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As fotos, aparentemente feitas pela própria Fiat, foram enviadas anonimamente ao site iCarros . Veja mais...

Saiba o que é mito sobre o uso do carro e o que não é

Quando o assunto é a mecânica dos automóveis o que não falta é mito. Tudo começa quando ouvimos de um amigo, que ouviu de outra pessoa e por aí vai. Por isso, é importante estar atento ao que é realmente verdade e o que não passa de “lenda”. O G1 selecionou alguns desses mitos e esclarece o que de fato tem fundamento. 

Andar na banguela

Deixar o carro em ponto morto, a famosa banguela, durante uma descida é uma assunto falado e comentado muitas vezes, mas sempre surge algum motorista com essa dúvida. Saiba que essa não é uma prática segura. Totalmente equivocada, essa prática não é nada recomendável. Apesar de economizar combustível em veículos sem injeção eletrônica, a segurança de motorista e passageiro é comprometida. O carro desengatado não conta com auxílio do freio motor, que contribuiu para uma melhor dirigibilidade e também não exige demais dos freios, que podem superaquecer e vir a apresentar falhas. 

Álcool X gasolina
Sobre economia de combustível, o comentário geral aponta que o carro a álcool consome mais do que o mesmo modelo a gasolina. É uma verdade. Primeiro porque a gasolina produz mais energia e, para compensar, o álcool é injetado em maior proporção, além das características da combustão, que requerem mais compressão na versão a álcool. Porém, o motor movido a álcool torna-se mais potente. 

Consumo do óleo é menor na cidade
De uma forma geral, a maioria dos motoristas acredita que o consumo do óleo do motor ou mesmo o período de troca do lubrificante na cidade é menor em relação ao uso na estrada. Trata-se de um grande equivoco. Nas rodovias a velocidade é constante, com períodos prolongados de funcionamento, o que proporciona o correto aquecimento e resfriamento do motor, ou seja, nada mais é do que o uso em condições normais. Já na cidade, o veículo faz inúmeras paradas e o motor não funciona como deveria, assim o uso é mais severo.

Outro detalhe é em relação ao nível, tanto do óleo quanto da água do motor. Não é preciso deixar sempre no máximo, mas situado entre a marca de nível mínimo e máximo. Portanto, se o seu carro está com os níveis abaixo do máximo, relaxe, pois está dentro da normalidade. 

Lavagem do motor

Quanto à lavagem de motor, o mito diz que pode trazer problemas. Essa informação é verdadeira. Com a invasão da eletrônica nos motores dos automóveis vieram também algumas restrições, sendo uma delas a lavagem do motor. Não que seja proibido, mas uma lavagem no motor deve ser feita com extremo cuidado e por pessoas habilitadas a esse serviço. A água pode danificar e, em alguns casos, até inutilizar diversos componentes eletrônicos instalados. Já ocorreram diversas panes em decorrência da lavagem do motor sem os devidos cuidados, tanto é que certos postos nem oferecem mais esse tipo de serviço.

Durante a lavagem, alguns postos de combustíveis, principalmente aqueles que ficam em cidades do interior, ainda adotam a pulverização de chassi. Essa pulverização é feita com óleo e a intenção é contribuir para a conservação, mas esse banho de óleo por baixo do carro não é recomendado porque colabora para a aderência de sujeira e, em alguns casos, pode corroer as borrachas de vedação. 

Carro amarelo é mais seguro
Ainda sobre segurança no trânsito, existe o comentário sobre as cores dos veículos, sendo que umas são mais seguras e outras não. Será verdade? Pois saiba que se trata de uma informação verdadeira sim. Embora os tons como o amarelo e o laranja muitas vezes não sejam as cores preferidas dos motoristas, elas se destacam tanto durante o dia quanto à noite. Além disso, nos momentos mais críticos, como os dias de chuva e com neblina, essas cores também se destacam. Contudo, se você não faz a mínima questão de ter um carro nessas cores, também não tem problema. O importante é utilizar corretamente os instrumentos de sinalização. 

Cinto de segurança e sinal vermelho

Algumas informações deixam as pessoas na dúvida pelo desuso, como por exemplo, o cinto de segurança para os passageiros do banco traseiro. Ainda são poucas as pessoas que usam e aqueles que não utilizam falam que não é preciso. Pois aí está uma grande mentira. O uso do cinto de segurança é obrigatório sim e para todos os ocupantes do veículo, tanto na cidade quanto na estrada. Consta do Código de Trânsito Brasileiro e sujeita o dono do automóvel a pagar multa e a levar pontos na carteira de habilitação.

O mesmo pode ser atribuído a história de passar semáforo fechado durante a madrugada. Apesar de o risco de assaltos ser elevado, principalmente nas grandes cidades, não existe lei que impeça a autuação por passar em farol vermelho em horário específico. Entretanto, alguns motoristas ainda preferem arriscar a vida e passar o sinal fechado sem tomar conhecimento. Nesse caso, o mais correto é diminuir a velocidade e aproximar-se vagarosamente do cruzamento até que o semáforo fique verde. Além de evitar a multa e os pontos na carteira, você escapa do risco de um acidente.

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CHEVROLET CAPTIVA O CARRO FEITO PARA O SEU TEMPO

STJ decide que motorista bêbado pode perder seguro de vida

A Volkswagen apresentou nesta segunda-feira (30), em São Paulo, o novo Gol, que passou pela maior reformulação em seus quase 30 anos de vida, dos quais 21 na liderança de vendas. Quase 4,8 milhões de Gol estão ou estiveram nas garagens dos brasileiros desde 1980. O novo carro, cujo projeto e execução demandaram investimento de R$ 1,2 bilhão, tem a tarefa de manter a aura de vencedor num momento em que o consumidor automotivo é cada vez mais exigente com imagem, conteúdo e performance. Veja Mais


Mercado de luxo tem pneu que roda mesmo furado

No Brasil, quem comprar um Mazda, BMW, Audi, entre outros modelos de luxo, tem a opção da tecnologia que permite que o veículo rode com o pneu furado por mais de 90 km a uma velocidade de 80 km/h. A primeira empresa a trazer este tipo de pneu ao mercado brasileiro foi a Bridgestone.

De acordo com o gerente geral de engenharia de vendas da Bridgestone Firestone do Brasil, José Carlos Quadrelli, o automobilismo é um grande laboratório para o desenvolvimento de componentes. “A tecnologia vem aos poucos do que é desenvolvido no automobilismo”, afirma. Segundo ele, a otimização do negro de fumo veio da pesquisa de competição, assim como o friso de aço.


Falando em praticidade, Joe Harmon, responsável pelo design do carro, faz questão de ressaltar que não tem pretensão de comercializar o veículo. Ele também reforçou em seu site que um dos fatores que permitem com a inovação é o fato de estarem executando apenas de um projeto estudantil, sem nenhum tipo de cobrança.
Harmon Splinter, como é chamada a criação, deve fazer sua primeira aparição pública em uma feira de trabalhos em madeira que acontecerá no mês de agosto em Atlanta, nos Estados Unidos. No entanto, ainda não será funcional. Quem quiser ver esse veículo “cara-de-pau” em ação terá que esperar até o final do ano, quando ele deve ser dirigido pela primeira vez.

“Estamos construindo um supercarro com motor central e alta performance feito de compensados, como trabalho de conclusão de curso. A madeira será usada sempre que possível, incluindo o chassi, carroceria e grande parte das peças da suspensão e das rodas”, diz Harmon. A montagem do carro pode ser acompanhada no blog (joeharmon.blogspot.com).